Saudação II

Debret
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Depois de quadricular o planeta abençoados pelo papa, Portugal e Espanha lançaram-se pelo atlântico buscando expandir sua fome mercantil, abarrotando o tesouro de El Rey. O invasor começou a saquear os recursos naturais e providenciou escravizar os aborígenes, violando sua cultura seus deuses, violando as mulheres sob a sombra da cruz cristã, afinal os aborígenes não tinham alma.
Para dar contar de seus interesses de expansão e riqueza, começaram a trazer escravos do continente africano, para desenvolver a cultura do açúcar, o ouro branco invadindo os paladares europeus. O negro sentiu, o peso das correntes, o açoite, o fim de sua liberdade.
Inicia-se  nosso ciclo de euforia primeiro o açúcar, depois o ouro e assim apenas servíamos os interesses da metrópole, sempre a dependência  nos acorrentou e subjugou a capacidade de desenvolver o Brasil.
O negro, o arborigene, começam a formação social do país. A mistura das raças dão a tonalidade da nossa gente,
Debret
gostem ou não os racistas. Nossa capacidade de produzir riqueza favorece a afirmação do capitalismo nascente, os continentes pobres, América latina, África e Ásia alimentam o apogeu capitalista na Inglaterra com a revolução industrial.

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