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| Dom Paulo Arns |
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| tropa do Exercito no Araguaia |
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| presos politicos trocados pelo embaixador norte-americano |
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| guerrilha do Araguaia |
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| Dom Helder Câmara |
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| Dom Pedro Casaldalia |
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| Ato ecuménico na Sé |
Durante o governo do general Geisel o desgaste pela crise economica, acelerada pela inflação, arrocho salarial, e as mortes de Manoel Fiel Filho, Vladimir Herzog, que a imprensa denuncia tendo forte repercussão dentro da classe média inicia um processo gradual para a abertura politica. A crise internacional atrapalha os planos dos generais, o bolo que era para ser "dividido" apodrece, expondo o sonho oco de potencia que sempre tramita nos períodos históricos do Brasil. A guerrilha ainda atua como no sequestro no Rio de Janeiro do embaixador norte-americano e trocado por grupo de militantes que foram exililados. O PC do B no Araguaia no Pará mantém forte movimento que e´ dizimado pelo Exercito. A ditadura mantém seu objetivo de desenvolvimento com as usinas atomicas de Angra dos Reis, a usina hidroeletrica de Itaipú. O abismo entre os brasis só aprofundava, a cidadania era relegada, importante mudança acontece na igreja católica. As forças politicas atuantes dentro da igreja mudam sua postura, na época do golpe militar apoiaram os generais, com a teologia da libertação, o clero nacional incorpora a defesa dos direitos humanos, a cidadania, e de mãos limpas resistem a ditadura. A primeira visita do papa João Paulo II foi demonstração nítida de que lado a igreja decidiu ficar embora não apoiasse por princípios religiosos a luta armada. Demonstração forte de grande repercussão foi o ato ecuménico realizado nas escadarias da catedral da Sé em São Paulo pela "morte" de Herzog.
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