Deitado em berço esplendido
Iniciado o século XXI o Brasil ainda patina em grave desigualdade econômica e social com reflexos ásperos para a sociedade, enquanto perdurar a ideologia advinda do império brasileiro o famoso "beija-mão", o futuro próximo da nação fica comprometido ao falso desenvolvimento, o não comprometimento com a coisa publica, manipulações de poder irão aprofundar o abismo dos Brasis, a má politica predominando favorecendo grupos econômicos e segmentos sociais em detrimento da maioria da população. Desigualdade econômica e social herança pesada retardando o potencial do pais.
Desde o nascimento da Republica brasileira os abismos convivem entre si, a oligarquia rural alimenta-se assim sugando o fruto do trabalho do camponês, a industrialização muda apenas o cenário pois a luta desigual perdura. Longos períodos de governos autoritários e breve períodos de democracia assim vive-se abaixo da linha do Equador, onde todos os pecados são permitidos e consentidos.
A classe trabalhadora combustível do capitalismo segue sua história convivendo e atravessando as crises oferecidas pelo sistema precisando lutar muito para manter sua dignidade e quando não é ludibriada com falsos líderes antigos ou contemporâneos. A unica garantia de freio a sede do capitalismo selvagem no Brasil é a antiga CLT, consolidação das leis do trabalho, criada por Getúlio Vargas, poucas mudanças houveram de lá para cá, nos dias atuais o discurso patronal é pela terceirização para arrebentar com os direitos trabalhistas, o movimento sindical retrocedeu pois partilha do poder junto com o governo corrupto do PT que antes de chegar ao poder defendia bandeiras trabalhistas.
A população pobre nas cidades esta jogada nas periferias sem habitação digna, transporte, saúde publica e educação de qualidade muito embora o discurso oficial e demagógico pregue o contrário, no campo a luta pela terra prevalece, camponeses e aborígines são o foco de latifundiários, bancos, multinacionais. Carregado de feridas e cicatrizes o país segue sua jovem história, carregando fardos pesados.
O reflexo social-econômico produz filhotes hediondos como o preconceito racial, a violência urbana, a alienação cultural. O acesso a cultura continua sendo privilégio de uma minoria por mais que aconteçam atitudes isoladas para tentar modificar esse quadro. O governo populista lulo-petista assim como na ditadura militar ou mesmo muito antes não demonstrou interesse e não investiram esforços em dar qualidade a cultura nacional permitindo acesso a todos. Enquanto a educação não for prioridade estratégica de mudança do status quo seguiremos sendo uma nação dependente do externo seja econômico, tecnológico, cultural.
O passado recente o inicio da Republica e a figura do escritor Lima Barreto nos dão uma mostragem nítida dos abismos sociais. Cronista da vida urbana carioca Lima Barreto expõe em sua obra o conflito do homem comum e pobre marginalizado que sofre todo o tipo de preconceito, o social e principalmente o racial. O novo regime estabelecido serve aos interesses somente dos fazendeiros oprimindo homens e mulheres pobres, esse estigma perpetua-se em nossa história por mais que divergências politicas possam ser levantadas. A classe trabalhadora nacional necessita ter expressão e voz para ter conquistas e deixar de ser combustível ao faminto sistema deixando de ser manipulada por ídolos de barro.
Desde o nascimento da Republica brasileira os abismos convivem entre si, a oligarquia rural alimenta-se assim sugando o fruto do trabalho do camponês, a industrialização muda apenas o cenário pois a luta desigual perdura. Longos períodos de governos autoritários e breve períodos de democracia assim vive-se abaixo da linha do Equador, onde todos os pecados são permitidos e consentidos.
A classe trabalhadora combustível do capitalismo segue sua história convivendo e atravessando as crises oferecidas pelo sistema precisando lutar muito para manter sua dignidade e quando não é ludibriada com falsos líderes antigos ou contemporâneos. A unica garantia de freio a sede do capitalismo selvagem no Brasil é a antiga CLT, consolidação das leis do trabalho, criada por Getúlio Vargas, poucas mudanças houveram de lá para cá, nos dias atuais o discurso patronal é pela terceirização para arrebentar com os direitos trabalhistas, o movimento sindical retrocedeu pois partilha do poder junto com o governo corrupto do PT que antes de chegar ao poder defendia bandeiras trabalhistas.
A população pobre nas cidades esta jogada nas periferias sem habitação digna, transporte, saúde publica e educação de qualidade muito embora o discurso oficial e demagógico pregue o contrário, no campo a luta pela terra prevalece, camponeses e aborígines são o foco de latifundiários, bancos, multinacionais. Carregado de feridas e cicatrizes o país segue sua jovem história, carregando fardos pesados.
O reflexo social-econômico produz filhotes hediondos como o preconceito racial, a violência urbana, a alienação cultural. O acesso a cultura continua sendo privilégio de uma minoria por mais que aconteçam atitudes isoladas para tentar modificar esse quadro. O governo populista lulo-petista assim como na ditadura militar ou mesmo muito antes não demonstrou interesse e não investiram esforços em dar qualidade a cultura nacional permitindo acesso a todos. Enquanto a educação não for prioridade estratégica de mudança do status quo seguiremos sendo uma nação dependente do externo seja econômico, tecnológico, cultural.
O passado recente o inicio da Republica e a figura do escritor Lima Barreto nos dão uma mostragem nítida dos abismos sociais. Cronista da vida urbana carioca Lima Barreto expõe em sua obra o conflito do homem comum e pobre marginalizado que sofre todo o tipo de preconceito, o social e principalmente o racial. O novo regime estabelecido serve aos interesses somente dos fazendeiros oprimindo homens e mulheres pobres, esse estigma perpetua-se em nossa história por mais que divergências politicas possam ser levantadas. A classe trabalhadora nacional necessita ter expressão e voz para ter conquistas e deixar de ser combustível ao faminto sistema deixando de ser manipulada por ídolos de barro.
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| Lima Barreto |

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